
Não há qualquer flerte com as novas linguagens, nenhuma iniciativa multimídia. Somente alguns links em uma matéria que trata de política internacional. O velho (e ótimo) repórter continua sendo um profissional da velha imprensa. Tudo é verbal.
Quando foi publicada a entrevista com Dilma Rousseff, o ombudsman do iG, Mario Vitor Santos, publicou um post em que dizia:
O iG vislumbra a possibilidade de vir a se desenvolver plenamente como veículo jornalístico. Não mais principalmente como mero repetidor de informações obtidas por terceiros e parceiros, mas como origem de furos relevantes, disputando com os jornais, revistas, emissoras de TV, rádio e outros portais.
Sem dúvida, Kotscho pode contribuir com excelentes textos, mas tanto ele quanto a equipe do iG falham em não investir em novas narrativas. A meu ver, perde-se uma grande oportunidade de se fazer algo ainda inédito no Brasil: usar um dos melhores repórteres do país para trabalhar novas formas de se contar histórias. Cadê os vídeos, áudios, infográficos e outros recursos que a web proporciona?
Veja a produção de Ricardo Kotscho no iG.
Nenhum comentário:
Postar um comentário