
Os debates sobre comunidades virtuais e interações no ciberespaço ganharam novas dimensões com a crescente popularização do
Second Life. Para se ter uma idéia do alcance das discussões basta ler o texto
“Virtual Rape Is Traumatic, but Is It a Crime?”, publicado na
Wired por
Regina Lynn. Segundo a autora, a polícia belga recebeu uma denúncia de estupro no
Second Life. Apesar de considerar a agressão ao usuário e as conseqüências para o(a) personagem atacado(a), Lynn propõem uma distinção entre as situações:
“But that doesn't make the psychological upheaval of virtual rape anywhere near the trauma of real rape. And I can't see us making virtual rape a matter for the real-life police. It's a shitty thing to do to someone. But it's not a crime.”Talvez seja um crime, mas um crime a ser investigado e punido no contexto em que foi praticado. Se o
Second Life tem vítimas e agressores, também deve ter polícia, juiz, Código Penal, cadeia...
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