"Com o tempo real, o jornalista passa a ser um pouco editor. É preciso ter cultura, ética e boa linguagem" - Mario Andrada e Silva, diretor editorial para América Latina da Reuters
A frase foi publicada no Blog do Ombudsman do iG, sob comando de Mario Vitor Santos. Digo por experiência própria: é a mais pura verdade! Creio que a questão vai além, pois o webjornalista é, além de editor, pauteiro, repórter, diagramador...
Esse é o futuro: menos fronteiras, mais rigor.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
Joost não é Web 2.0

Para começar a usar o Joost você deve se cadastrar e aguardar o envio de uma mensagem que chega por e-mail. O passo seguinte é instalar o software de aproximadamente 10 MB e finalizar o cadastro com nome de usuário e senha.
O que eu achei? Minha opinião é semelhante à do pessoal do G1. O Joost é um grande agregador de canais produzidos na lógica (veja bem, eu disse na lógica, não quer dizer que seja) broadcast. Parece-me que nada tem de Web 2.0. A interatividade fica apenas no plano das escolhas e não da publicação, tal como ocorre no YouTube.
De qualquer forma, é uma novidade e vale a pena testar!
sábado, 9 de junho de 2007
“Pensar com a cabeça da internet”
Achei na rede minha entrevista para o programa Expresso 104.5, da Rádio UFMG Educativa. A conversa aborda, entre outros temas, a liberação do pólo emissor, as propostas colaborativas, a mediação na web e os famosos Wikipédia, Youtube e Orkut.
Clique aqui e ouça a entrevista completa.
Clique aqui e ouça a entrevista completa.
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quarta-feira, 6 de junho de 2007
Intróito colaborativo

No final são apresentados alguns exemplos tradicionais do “gênero”. Se você é um daqueles que não dão o próximo passo à espera de um manual de instruções, mude de atitude e entre no espírito 2.0: fuce, debulhe, mexa, intervenha!
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